As Obras de Arte

 

Mais uma pausa exagerada. Este blogue luta com moinhos de vento. Pela segunda vez este ano, o nosso computador vai a caminho de Espanha, depois de ter deitado fora uma massa de textos e imagens. E ainda nos rimos de carros e telefones e selhas de lavar roupa com manivelas.

 

dramapessoal_escaparate_amarelo.jpg

 

Não é só o computador que insiste em dar o exemplo (mais três amigos fazem as malas a esta hora; também com perdas e avarias profundas, mas já sem garantias).

 

dramapessoal_escaparate_branco.jpg

 

Salvámos duas imagens que resistiram aos dois desastres. Os objectos fotografados estão há anos na mesma vitrina de Lisboa.

São objectos terríveis, pousados no vazio, abandonados pelo gosto de quem os criou e de quem os procurava. Precisam, como se diz em política artística, de um novo contexto.

Precisam de alguém, dirá quem os vende.

“As obras de Arte são grandes pelo indefinido e imperfeito que encerram, pois dessa imperfeição fecunda se alimenta o nosso espírito.”

Teixeira de Pascoaes
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