A Pintura Verdadeira do Erro

 

A pintura verdadeira do êrro é a pintura indirecta da verdade. A pintura verídica da verdade é a única verdadeira.

 

 

Existimos em relação com todos os pontos do universo, tal como com o futuro e com o passado. É só da direcção e da duração da nossa atenção observadora que depende a questão de sabermos que relação preferimos cultivar, que relação será para nós a mais importante e a mais activa.

 

 

Toda a descida em nós mesmos é simultâneamente uma ascensão, uma assumpção, uma vista do verdadeiro exterior.

 

 

O seio é o peito elevado à categoria de mistério: o peito moralisado.

A luz é símbolo e agente de pureza. Onde a luz não tem nada a fazer, nada a unir ou nada a separar, passa.

Tudo é naturalmente eterno. A mortalidade e a instabilidade são privilégio das naturezas superiores.

Os corpos são pensamentos precipitados e cristalizados no espaço.

 

 

Estamos sós com tudo aquilo que amamos.

 

fotografia: Katy Grannan (ver em Artnet)
texto: fragmentos de Novalis, traduzidos por Mário Cesariny
(ortografia do tradutor)

por ordem:
“Dale, Pacifica”, 2006.
“Nicole, Sunnydale Avenue”, 2006.
“Angie”.
“Gail and Dale, Pacifica”, 2007.

agradecimentos: Wood S Lot

 

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