Números

 

Recebemos um e-mail de uma amiga com uma foto de outra amiga. Algures no bairro da Graça, em Lisboa.

troco

 

A responsável da Educação achou que os números dos exames eram óptimos, embora não soubesse quais eram os números. Embora ainda não soubesse que não se trata de números. Não leu aquele jornal inglês que dizia que, na Europa, há três maneiras de tratar os números da educação.
A primeira é fazer como os ingleses: apresentar os números verdadeiros e falsificar nas desculpas. A segunda é fazer como os italianos: falsificar os números. A terceira é fazer como os gregos e os portugueses: falsificar o sistema para conseguir os números certos.
A Sociedade Portuguesa de Matemática respondeu aos números: pôs miúdos a fazerem os exames dos anos seguintes ao seu nível, com resultados integralmente positivos. Segundo um professor envolvido no estudo, as provas actuais estão armadas com um mínimo de perguntas de matéria não estritamente matemática, de senso-comum e lógica ao nível do senso-comum, para garantir um nível mínimo positivo.

No meio da confusão, os putos é que são números. Os putos ardinas, como o do boneco, treinavam com os trocos, e não era mau, quando havia trocos.

 

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